parestesia

Parestesia: causas e sintomas



Parestesia é um nome dado à sensação de queimação ou dormência, que ocorre frequentemente nas extremidades do corpo, como pés, pernas, mãos e braços. A sensação também pode surgir em outras regiões do corpo.

Sabe aquela sensação de agulhadas, ou alfinetadas, que ocorre quando sentamos por muito tempo sobre uma perna ou dormimos sobre um braço? É isso! Qualquer pessoa está sujeita a tais sensações e, normalmente, é algo temporário — quando cessa a pressão, o alívio vem em alguns instantes.

Por outro lado, existem os indivíduos que sofrem de parestesia a longo prazo, chamada de parestesia crônica. Quando isso acontece, é preciso ter cuidado, pois pode ser sinal de alguma condição ou lesão nervosa.

A seguir, vamos entender melhor o que causa a parestesia e o que pode ser feito para lidar com ela. Confira!

Principais causas da parestesia

Existe uma variedade de causas que podem estar por trás dessa condição. Dentre as mais comuns, estão as seguintes:

  • diabetes;
  • esclerose múltipla;
  • tumor no cérebro ou na medula espinhal;
  • acidente vascular cerebral;
  • fibromialgia;
  • pressão alta;
  • infecção;
  • nervo comprimido;
  • excesso de vitaminas, a exemplo da vitamina D.

O nervo comprimido é resultado da pressão sobre o tecido circundante, causando a parestesia. Assim, é interessante ressaltar que os nervos de qualquer parte do corpo podem ser atingidos pelo distúrbio, como pescoço, pulso, rosto e costas.

Como aliviar os sintomas da parestesia?

Nem sempre a parestesia pode ser evitada. Por exemplo, uma pessoa muito cansada talvez nem perceba que dormiu sobre o braço, ou pode ter uma outra condição relacionada que ainda não tenha conhecimento.

De toda forma, existem algumas medidas que podem ajudar a diminuir a gravidade ou a quantidade de episódios da crise.

Alguns cuidados para aliviar os incômodos da parestesia crônica incluem:

  • evitar, tanto quanto possível, fazer movimentos repetitivos;
  • ao executar movimentos repetitivos, recomenda-se descansar com certa frequência;
  • evitar ficar sentado por muito tempo;
  • compressas frias podem ajudar em algumas situações;
  • em caso de nervo comprimido, o descanso é recomendado;
  • interromper atividades que causam a pressão dos nervos é importante para a cicatrização dos tecidos;
  • usar suporte e talas nos pulsos pode ajudar quem sofre com síndrome do túnel do carpo.

Entretanto, é preciso tomar cuidado com o uso de talas e suportes imobilizadores, pois pode acontecer de eles provocarem outros problemas com a intensidade de uso.

Outra observação, que deve ser considerada, é para aqueles que possuem algum tipo de doença crônica, como o diabetes. O monitoramento cuidadoso e a disciplina nos cuidados da condição são essenciais para diminuir o risco de parestesia.

Recomendações importantes

Como apontamos, nem sempre é possível evitar a parestesia. Mas, no dia a dia, podemos adotar algumas medidas e comportamentos que ajudam muito. Por exemplo, cuidar para ter uma boa postura e posicionamento corporal é fundamental para evitar que os nervos sejam pressionados sem necessidade.

Também vale a pena tomar cuidado com lesões que ocorrem quando se levanta objetos pesados de forma incorreta. Por fim, mudar o corpo de posição com frequência.

Quer saber mais sobre parestesia? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como médico e quiropata em Guarapuava

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